Presidente do Instituto Pró-Vítima analisou a repercussão de crimes recentes em Diadema e Osasco, destacando os mecanismos legais disponíveis para amparar mulheres em situação de violência.
O Jornal da Record exibiu, no último dia 19 de fevereiro, uma reportagem profunda sobre a trágica repercussão de casos recentes de feminicídio que chocaram os municípios de Diadema e Osasco, na Grande São Paulo. Para debater o tema e orientar a sociedade sobre o enfrentamento à violência de gênero, o telejornal ouviu a Dra. Celeste Leite dos Santos, presidente do Instituto Pró-Vítima.
Durante a entrevista, Dra. Celeste, que também é Promotora de Justiça em Último Grau do Colégio Recursal do Ministério Público (MP) de São Paulo, doutora em Direito Civil e mestre em Direito Penal, trouxe uma análise técnica e humana sobre a escalada da violência contra a mulher.
O foco de sua participação foi esclarecer a população sobre as ferramentas de proteção atualmente disponíveis para as vítimas. A especialista ressaltou a importância de as mulheres conhecerem seus direitos e os caminhos legais — como as medidas protetivas de urgência e a rede de acolhimento — para interromperem o ciclo de violência antes que ele culmine no feminicídio.
Para o Instituto Pró-Vítima, a participação em veículos de grande alcance como a Rede Record é fundamental para democratizar a informação e fortalecer a cultura de amparo, garantindo que as vítimas saibam que não estão sozinhas e que o Estado possui mecanismos para sua defesa.
Minutagem de destaque: A entrevista da presidente do Instituto ocorre entre os trechos 3m03s e 5m17s.




