Em reportagem para o programa “O Brasil do Povo”, a presidente do Instituto Pró-Vítima, ao lado da instrutora Débora Lima e da aluna Paola Moura, explicou como a iniciativa trabalha a percepção de perigo e o controle emocional das mulheres frente à violência.
A escalada da violência contra a mulher no Brasil exige respostas práticas, acolhimento e preparo. Esse cenário alarmante e as soluções para combatê-lo foram o tema central de uma reportagem especial exibida no programa O Brasil do Povo, da Rede TV!. A matéria destacou o sucesso e a importância do projeto “Defenda-se”, uma iniciativa idealizada e colocada em prática em São Paulo pelo Instituto Pró-Vítima, em parceria com o Instituto Paulo Kobayashi.
A reportagem levou ao público uma visão completa sobre o projeto, contando com entrevistas da presidente do Instituto Pró-Vítima, Dra. Celeste Leite dos Santos; da embaixadora e instrutora de luta do projeto, Débora Lima; e de Paola Moura, uma das alunas beneficiadas pelo programa.
Muito além da defesa física
Promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), doutora em Direito Civil e mestre em Direito Penal, a Dra. Celeste Leite dos Santos explicou aos telespectadores que o conceito do “Defenda-se” é holístico. O foco das aulas ultrapassa o simples ensino de técnicas físicas de contenção ou fuga.
Segundo a presidente do Instituto, as aulas são desenhadas para garantir a segurança preventiva e o bem-estar mental das participantes. “É fundamental que a mulher não aprenda, tão somente, a se defender, mas que também saiba se atentar ao ambiente ao seu redor. O curso ajuda a melhorar a postura, aguça a percepção quanto a possíveis perigos e ensina a manter a ansiedade e o estresse controlados em situações de risco”, detalhou a Dra. Celeste.
A força da técnica e da vivência
A reportagem também deu luz à execução prática do projeto. A mestre em Taekwondo e atleta profissional Débora Lima, que atua como professora de defesa pessoal do “Defenda-se”, compartilhou sua experiência em capacitar o público feminino a reagir de forma inteligente e segura.
Para ilustrar o impacto real da iniciativa na vida das mulheres, a matéria contou com o depoimento da aluna Paola Moura. Seu relato evidenciou como o treinamento contínuo promove não apenas a segurança, mas também o resgate da autonomia e da autoconfiança no dia a dia.
O Instituto Pró-Vítima segue firme em seu propósito de buscar parceiros e criar mecanismos que empoderem, protejam e salvem a vida de milhares de mulheres.




