Em nova entrevista à Record TV, a Dra. Celeste Leite dos Santos repercutiu os trágicos casos recentes e ressaltou a importância da sociedade no rompimento do ciclo de violência contra a mulher.
A violência de gênero continua a fazer vítimas de forma alarmante no Brasil, evidenciando a urgência de políticas de proteção mais eficazes e de uma mudança profunda na sociedade. Em recente entrevista concedida ao Jornal da Record (Record TV), a presidente do Instituto Pró-Vítima, Dra. Celeste Leite dos Santos, analisou a triste escalada de mortes por gênero, com foco especial no estado de São Paulo.
A reportagem destacou um cenário devastador: nas 24 horas que antecederam a exibição do telejornal, mais dois casos de assassinatos de mulheres por seus companheiros ou ex-companheiros foram registrados na Grande São Paulo. As vítimas, jovens de apenas 21 e 22 anos, perderam suas vidas em dinâmicas cruéis de violência doméstica, que muitas vezes dão sinais antes do desfecho fatal.
Um dado assustador trazido pela reportagem ilustra a gravidade da situação: apenas no ano passado, o estado de São Paulo bateu seu recorde histórico de feminicídios, totalizando 270 vítimas.




